Como pagar uma importação da China com menos taxas? Guia completo para empresas

Imagem de um porto que ilustra o processo de comércio exterior e como pagar uma importação na prática, seguindo o devido procesos de câmbio e conversão de moedas para fins de importação.

As importações realizadas pelas empresas brasileiras na China movimentaram US$ 70,9 bilhões em 2025. Nesse cenário, entender como pagar uma importação do país chinês com menos taxas não é apenas uma boa prática financeira, mas principalmente uma estratégia comercial que garante uma maior margem de lucro e mais vantagem competitiva. Veja o passo a passo cambial completo neste artigo!

Saber como pagar uma importação da China com menos taxas coloca a sua empresa à frente da concorrência. Isso porque o processo cambial não é apenas uma mera atividade burocrática e operacional em uma compra do exterior. Trata-se de uma ação estratégica que impacta o preço do seu produto vendido aqui no Brasil e, principalmente, a sua margem de lucro.

Empresas que fazem o fechamento de câmbio na importação com estratégia financeira conseguem as menores cotações, não deixam dinheiro em taxas bancárias elevadas e ganham competitividade. Certamente seus concorrentes também estão comprando produtos chineses e se o câmbio deles for “melhor” que o seu, eles podem levar vantagem.

Vejo muitos gestores de comércio exterior que se esforçam absurdamente para negociar preços com fornecedores chineses, reduzir custos dos fretes internacionais, mas que negligenciam deliberadamente a engenharia financeira por trás do fechamento de câmbio. Ou seja, fecham o câmbio sempre com o grande banco onde a empresa já tem conta corrente. Sem questionar, sem negociar taxas e sem saber se a operação é ou não rentável.

E é justamente por isso que criei esse guia: para ajudar você a pagar as suas importações da China com muito mais eficiência e economia e, com isso, ganhar vantagem competitiva, em total conformidade com as normas do Banco Central do Brasil (BACEN) e da Receita Federal.

Sumário

O que a legislação brasileira exige para pagar um fornecedor na China?

O mercado de câmbio brasileiro opera sob normas infralegais e práticas rigorosas de compliance e prevenção à lavagem de dinheiro. O BACEN exige que toda e qualquer saída de divisas (moedas estrangeiras) do território nacional tenha uma fundamentação econômica real, lícita e comprovável. Isso significa que sua empresa não pode simplesmente transferir valores para uma conta na China sem um enquadramento jurídico adequado.

No caso das empresas, a base de tudo é a habilitação no Radar Siscomex, gerenciado pela Receita Federal. Sem o Radar ativo, sua empresa não pode atuar como importadora e, consequentemente, não terá autorização para fechar contratos de câmbio comerciais. Além disso, a legislação exige a correspondência exata entre o valor da mercadoria declarada na alfândega e o montante financeiro remetido ao exterior.

Curiosidade: segundo dados do portal Comex Stat, as importações brasileiras na China movimentaram um volume de US$ 70,9 bilhões em 2025. Só entre janeiro e maio de 2026, conforme pesquisa da B2Gether, as compras do Brasil no país asiático soma o resultado parcial de US$ 30,7 bilhões.

Como pagar uma importação da China? Passo a passo do fluxo cambial

Para que o dinheiro saia da conta da sua empresa no Brasil e seja creditado na conta da fábrica ou trading company na China, a operação de câmbio segue uma sequência lógica dividida em quatro etapas principais: 1) o recebimento da invoice, 2) a contratação do câmbio, 3) a cotação e travamento de taxa, e 4) a liquidação da transação na China.

Imagem no formato de infográfico que ilustra o fluxo para pagar uma importação.

Trago mais detalhes abaixo.

Passo 1 – Envio da Commercial Invoice

A operação inicia quando o parceiro chinês emite a Commercial Invoice (Fatura Comercial), ou da Proforma Invoice em caso de pagamentos antecipados. O financeiro da sua empresa precisa revisar esse documento, que deve conter as seguintes informações:

  • o nome da razão social idêntica ao Radar da sua empresa;
  • os dados bancários completos do exportador (incluindo o código SWIFT/BIC e o número do IBAN ou conta);
  • a descrição detalhada das mercadorias;
  • os valores unitários;
  • o total da transação; e
  • o Incoterm (termo internacional de comércio) acordado.

Se tudo estiver certinho, basta encaminhar a invoice para o seu parceiro de câmbio, que pode ser um banco, uma corretora ou um correspondente cambial autorizado como a B2Gether.

Passo 2 – Contato com a empresa de câmbio

Se você já tem um parceiro de câmbio, o passo agora é entrar em contato com ele e encaminhar a invoice. Mas se você ainda não tem uma empresa parceira, você precisa escolher uma e abrir um cadastro para fazer e receber transferências internacionais.

Observação importante: esse cadastro não é uma conta bancária e não envolve nenhum custo.

Com os documentos em mãos, a equipe de compliance da instituição cambial parceira realiza a triagem dos riscos e o enquadramento do código de classificação cambial da operação junto ao BACEN. Nesse passo também é feita a verificação se o fornecedor chinês não consta em listas internacionais de restrição e se a capacidade financeira do seu CNPJ é compatível com o volume do lote importado.

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Passo 3 – Cotação e travamento da taxa de câmbio

Essa é a fase mais estratégica da operação, quando você solicita a cotação e a mesa de câmbio consulta o valor da moeda (nas importações da China, geralmente é o dólar norte-americano) no mercado interbancário em tempo real.

O preço que seu parceiro te passa é o Valor Efetivo Total (VET) da transação, ou seja, a taxa do dólar considerando todos os custos, como preço nominal do momento, spread cambial aplicado e outras tarifas (caso se apliquem).

Se a cotação estiver dentro das expectativas do seu departamento financeiro, você pode aprovar o fechamento. Nesse momento, a instituição de câmbio trava a taxa para pagar a sua invoice.

Observação importante: eu digo que essa é a fase estratégica da operação, pois é ela que define o sucesso financeiro da transação considerando duas variáveis: a cotação do mercado no momento e o spread aplicado. Para os importadores, o cenário mais favorável é quando a média do preço do dólar está em baixa. Em relação ao percentual de spread, quanto menor ele for, melhor para o seu caixa, pois menos dólares você vai pagar na compra dos produtos chineses.

Dica: se você já fecha o câmbio com um banco atualmente, recomendo você fazer uma cotação comparativa com a B2Gether para verificar se sua taxa está competitiva ou muito acima da média.

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Passo 4 – Emissão do contrato de câmbio e liquidação via SWIFT

Após o travamento da cotação, o contrato de câmbio é emitido eletronicamente. Nessa etapa, sua empresa precisa realizar a liquidação financeira enviando os Reais necessários via TED ou PIX para a conta da instituição financeira que, por sua vez, converte o valor e envia a remessa através do sistema SWIFT, uma rede bancária mundial que viabiliza transferências internacionais.

O fornecedor chinês receberá o crédito ou a mensagem de liquidação na conta em um prazo médio de 24 a 48 horas úteis, dependendo do fluxo escolhido (D+0, D+1, D+2 ou outro).

Observação importante: aqui na B2Gether, nós não recebemos nenhum pagamento das importadoras que precisam fazer câmbio. O valor é enviado diretamente para o banco ou corretora no qual somos registrados como correspondentes cambiais. Nosso papel consiste em intermediar toda a operação de forma estratégica para a sua empresa, com o mínimo de burocracia possível e as menores cotações do mercado.

Quais são as modalidades de pagamento de importação da China?

O fluxo do pagamento internacional em uma importação é outro assunto indispensável e deve ser negociado diretamente com o fornecedor chinês. Em geral, existem três categorias principais para operações de comércio exterior: 1) pagamento antecipado, 2) pagamento à vista e 3) pagamento a prazo.

Pagamento Antecipado

Como o próprio nome indica, o importador brasileiro envia o valor integral (100%) ou parcial (comum ser 30% no pedido e 70% antes do embarque) ao fornecedor chinês antes de as mercadorias serem produzidas ou despachadas.

  • Vantagens: Garante prioridade na linha de produção das fábricas chinesas e maior flexibilidade comercial em negociações de descontos na mercadoria.
  • Pontos de Atenção: O risco operacional é assumido integralmente pelo importador. Se houver atrasos na produção, quebra do fornecedor ou problemas de qualidade, reaver o capital enviado pode ser um processo jurídico internacional complexo.

Pagamento à Vista

A liquidação ocorre quando as mercadorias já estão prontas e os documentos de embarque são emitidos. O exportador chinês envia uma cópia do Bill of Lading (BL – Conhecimento de Embarque) comprovando que o lote foi colocado no navio ou avião. Com essa comprovação visual e documental, o financeiro do importador realiza o fechamento de câmbio.

  • Vantagens: Reduz o risco do importador, que tem a certeza documental de que os itens já estão em trânsito internacional.
  • Pontos de Atenção: Exige agilidade extrema da equipe financeira e da assessoria cambial para que o dinheiro seja creditado antes que a carga chegue ao porto brasileiro, evitando custos de demurrage (multa por atraso na devolução de contêiner).

Pagamento a Prazo

Nesse cenário, o fornecedor chinês aceita conceder um prazo de crédito para a quitação da invoice, como, por exemplo, 30, 60 ou 90 dias após a data de emissão do BL ou da chegada da carga no Brasil.

  • Vantagens: Permite que a empresa brasileira nacionalize, distribua e até comece a vender os produtos importados antes de efetivamente pagar por eles, otimizando o capital de giro.
  • Pontos de Atenção: Exige um histórico robusto de relacionamento ou a emissão de garantias bancárias (como cartas de crédito), além de sujeitar a empresa ao risco de oscilação cambial durante o período de espera (fator que pode ser mitigado com travas de hedge cambial).

Tabela de custos financeiros para pagar uma importação da China

Para compor o custo real do pagamento de uma importação da China e do desembarque de uma carga aqui no Brasil, o gestor deve separar claramente o que são custos tributários aduaneiros dos custos inerentes à operação de câmbio. Veja o comparativo das incidências na tabela abaixo:

Elemento de Custo

Tipo de Incidência

Alíquota / Tarifa Padrão

Impacto no Caixa da Empresa

IOF (Imposto sobre Câmbio)

Tributo Federal

0% (Alíquota Zero)

Operação de câmbio isenta de IOF.

Spread Cambial

Margem da Instituição

Variável (1,5% a 4,0% em bancos)

O custo oculto que mais encarece a moeda estrangeira na operação.

Tarifa de Envio SWIFT

Taxa de Comunicação Global

US$ 20,00 a US$ 50,00

Custo do processamento da mensagem eletrônica internacional. Pode ou não ser cobrado pela instituição financeira.

Impostos Aduaneiros (II, IPI, PIS, COFINS)

Tributos de Nacionalização

Variável conforme a NCM do produto

Pagos no momento do registro da DI/DUIMP, não na remessa de câmbio.

Com relação aos spreads cambiais e tarifas, aqui na B2Gether nós garantimos as menores taxas do mercado para que suas importações sejam mais rentáveis. Como movimentamos um volume de R$ 20 bilhões em câmbio, conseguimos spreads de atacado para operações de varejo, com cotações bem menores do que as dos grandes bancos múltiplos.

Além disso, não cobramos tarifas extras ou taxas de corretagem. Nossas cotações são sempre transparentes e sem custos surpresas.

Quais são os documentos obrigatórios para fazer o câmbio de importação da China?

Ignorar a conformidade documental é o principal motivo que leva o compliance bancário a reter recursos e atrasar os envios para a China. Dependendo da modalidade de pagamento escolhida, o seu canal de câmbio exigirá um pacote documental padronizado.

Para pagamentos antecipados:
  • Proforma Invoice: O rascunho oficial da fatura, assinado e carimbado pelo exportador chinês, detalhando o acordo de compra, prazos e os dados bancários da conta de destino.
Para pagamentos à vista ou a prazo:
  • Commercial Invoice: A fatura comercial definitiva emitida após a conclusão da fabricação dos itens.
  • Bill of Lading (BL) ou Airway Bill (AWB): O conhecimento de transporte internacional que atesta a propriedade jurídica da carga e prova que ela foi coletada pela transportadora.
  • Declaração de Importação (DI) ou DUIMP: O documento emitido pelo despachante aduaneiro no sistema Siscomex que consolida o processo de desembaraço e nacionalização perante a Receita Federal brasileira.

3 erros que podem travar pagamentos de importação à China

Os bancos e corretoras de câmbio podem barrar operações perante alguns sinais de inconsistência documental ou informacional. Os erros mais comuns englobam:

  1. Incompatibilidade de Nomes e Razão Social: quando a grafia do nome da empresa no Brasil ou do fornecedor na China na Invoice difere do cadastro bancário ou do Radar Siscomex. Qualquer letra errada pode gerar travas.
  2. Omissão de Bancos Intermediários: Muitas fábricas chinesas menores utilizam bancos regionais que necessitam de uma instituição correspondente internacional (geralmente baseada em Nova York ou Hong Kong) para captar os dólares americanos. Se o financeiro não informar o “Intermediary Bank” a transação não é concluída e o dinheiro retorna ao Brasil após dias de atraso, com a perda das taxas pagas.
  3. Ausência de Vínculo com a DI/DUIMP: Em pagamentos à vista ou a prazo, esquecer de vincular o número do documento de nacionalização ao contrato de câmbio pode gerar inconformidade regulatória severa perante o Banco Central, expondo o CNPJ a auditorias fiscais.

Para evitar erros que travem os pagamentos das suas importações, é muito importante contar com o suporte de um parceiro especializado em câmbio.

Aqui na B2Gether, por exemplo, como atuamos como correspondentes cambiais, prestamos essa consultoria técnica e documental sem nenhum custo e fechamos sua transação junto ao banco com as menores taxas do mercado. Com isso, reforçamos a segurança da sua operação, evitamos erros e ainda reduzimos os custos.

Como pagar suas importações da China com menos taxas e mais economia?

A chave para maximizar o lucro na importação de produtos da China consiste em fechar o câmbio com spreads baixos e, se possível, nos momentos em que a cotação do dólar está em baixa em relação à média das últimas semanas.

Sei que nem sempre é possível executar essa segunda opção, pois nos casos de fechamento à vista e diante das demandas de prazo, às vezes é necessário fazer a operação hoje, independentemente do cenário. Mas a primeira opção é plenamente viável e depende do parceiro de câmbio que você escolhe para fechar suas operações.

As importadoras que fazem o câmbio com a B2Gther, por exemplo, conseguem as menores cotações do mercado, mesmo que suas operações tenham volumes pequenos e médios. Isso porque praticamos taxas de atacado para transações de varejo, com percentuais mínimos de spreads, bem menores que as taxas praticadas pelos grandes bancos múltiplos — o que reduz expressivamente os custos da importação.

Vou resumir algumas boas práticas a seguir para você economizar:

  • Centralize o fluxo de pagamentos com um parceiro que pratique taxas baixas: correspondentes cambiais especializados que operam volumes financeiros globais robustos diariamente podem ser os parceiros ideais, pois conseguem negociar taxas menores junto aos bancos liquidadores e, dessa forma, repassar taxas de atacado para o varejo corporativo, reduzindo os spreads e o custo da operação;
  • Negocie a redução de tarifas fixas de contrato: sempre que possível e houver abertura para isso, negocie a redução ou até a isenção de tarifas bancárias fixas de liquidação de contratos de câmbio. Em operações recorrentes, essa economia por remessa se torna expressiva no longo prazo;
  • Conte com uma assessoria de compliance: ter um analista especializado que ajuda você a verificar e revisar os documentos evita a ocorrência de erros, estornos indesejados e novas cobranças de custos de remessa.

Veja aqui como reduzir o spread cambial na importação!

Case: importadora reduziria mais de R$ 2,6 mil se fizesse o câmbio com a B2Gether

Compartilhado esses case no meu perfil no LinkedIn. No início deste ano, o diretor financeiro de uma importadora brasileira procurou nossa empresa para entender como funcionavam as nossas operações e nossas taxas. Na verdade, ele também queria comparar as condições que nós praticamos com as do banco que ele fechava.

Atendendo ao pedido, nós passamos a ele um comparativo entre a última operação realizada no banco e como ela ficaria com a B2Gether. O caso em questão era o pagamento de uma invoice no valor de 100 mil USD. A taxa de câmbio spot naquele dia estava em R$ 5,3035.

Utilizamos exatamente o mesmo VET e as demais condições da operação original que ele havia passado:

  • a mesma taxa do dia (spot),
  • o mesmo valor de operação e, principalmente,
  • os spreads aplicados em cada cenário.

E o resultado foi o seguinte: uma economia de R$ 2.651,75 em uma única operação.

Além dessa projeção unitária, passamos a ele uma estimativa de longo prazo.

Por exemplo, em um cenário com mais 11 operações mensais semelhantes, essa economia poderia passar de R$ 30 mil em um ano.

Pode até ser que esse valor não represente muito para a realidade de grandes empresas, mas pense comigo: imagine economizar mais de R$ 30 mil, somente pagando menos taxas bancárias na importação?

O quanto desse dinheiro poderia ser investido em outra área? Em uma nova tecnologia, uma nova contratação ou na premiação da sua equipe…

Quando o câmbio passa a ser visto com prioridade e estratégia, e não apenas como uma atividade operacional e obrigatória, os pagamentos das invoices de importação ficam menores e sua empresa ganha em economia e em competitividade.

Faça seus pagamentos de importação da China com a B2Gether!

A B2Gether é o parceiro de câmbio estratégico e ideal para a sua empresa pagar importações da China, pois une a segurança dos grandes bancos, com a agilidade das fintechs e o atendimento das consultorias financeiras, oferecendo taxas de atacado para operações de varejo.

Com um volume operacional de mais de R$ 20 bilhões, a B2Gether consegue negociar spreads mínimos para todos os clientes junto aos bancos, independentemente do tamanho da operação. Atendemos importadoras de todos os portes: pequenas, médias e grandes, sempre em conformidade com as normas do Banco Central e uma intermediação e assessoria cambial completa, durante todas as etapas do câmbio de importação.

Espero que este guia te ajude a entender melhor como pagar uma importação da China com menos taxas e mais economia. Para conhecer nosso serviço de câmbio para importação e fazer uma cotação sem compromisso, preencha o formulário abaixo e receba o contato de um dos nossos especialistas! Será um prazer ajudar sua importadora a desbravar o comércio exterior.

Quem é a B2Gether?

B2Gether é uma empresa de câmbio especializada em operações de importação, exportação e pagamentos internacionais. Registrada no Banco Central como correspondente cambial dos principais bancos e corretoras do país, a B2Gether movimenta um volume de mais de R$ 20 bilhões em transações cambiais e é conhecida por descomplicar o câmbio com processos simples e ágeis, bem como por conseguir as menores cotações comerciais do mercado.

Localizada em Mogi das Cruzes, região metropolitana de São Paulo, a B2Gether atende pequenas, médias e grandes empresas do Brasil inteiro e de outros países, sempre integrando tecnologia, atendimento humano e expertise regulatória para oferecer soluções cambiais sob medida, reduzir taxas bancárias e permitir que você tenha mais tempo para se dedicar à sua empresa.

A B2Gether é vinculada à Associação Brasileira de Câmbio (Abracam) e à Brazilian California Chamber of Commerce (BCCC), foi selecionada pela Apex Brasil para integrar a plataforma Brasil Exportação como prestadora de serviços de câmbio e já foi um dos destaques do Ranking EXAME como uma das empresas que mais crescem no país.

Na imagem, estão Diego Zia e Janaina Assis, sócios-fundadores da B2Gether, empresa de câmbio especializada em operações financeiras de importação, exportação e remessas internacionais. A B2Gether é uma empresa que busca ensinar como fazer uma operação de câmbio na prática.

Perguntas Frequentes sobre pagamentos à China

Qual é o volume de importações da China para o Brasil atualmente?

O mercado bilateral entre os dois países quebrou recordes recentes. Segundo dados oficiais do portal Comex Stat, as importações brasileiras vindas da China movimentaram o montante expressivo de US$ 70,9 bilhões em 2025. Mantendo o forte ritmo de aquecimento, o resultado parcial mapeado entre janeiro e maio de 2026 já atinge a marca de US$ 30,7 bilhões.

Qual é a alíquota de IOF para o pagamento de uma importação da China?

Nas operações de comércio exterior voltadas para a importação formal de bens por pessoas jurídicas (destinados à revenda ou industrialização), a alíquota do IOF câmbio (Imposto sobre Operações Financeiras) é atualmente de 0%. Ou seja, a remessa cambial para o pagamento da mercadoria é isenta deste tributo federal.

Quanto uma empresa pode economizar de spread ao migrar o câmbio do banco para a B2Gether?

A economia é imediata devido à aplicação de taxas de atacado. Em um caso real documentado, uma importadora que precisava liquidar uma invoice de US$ 100 mil obteve uma economia exata de R$ 2.651,75 em uma única operação ao fechar com a B2Gether em vez do banco tradicional. No acumulado de um ano (mantendo uma média de 12 operações similares), essa engenharia financeira gera mais de R$ 30 mil de lucro direto para o caixa.

É preciso pagar alguma taxa ou mensalidade para manter o cadastro ativo na B2Gether?

Não. O cadastro na B2Gether é 100% gratuito, não funciona como uma conta bancária convencional e não envolve nenhuma taxa de manutenção, compromisso de reciprocidade ou custo oculto. O cliente só paga pelo valor convertido da sua operação no momento exato em que decidir fechar o câmbio.

É possível cancelar uma operação de câmbio após o fechamento?

Após a taxa ser travada e o contrato ser assinado, a operação não pode simplesmente ser “cancelada” sem custos. Desfazer a transação exige uma operação inversa de compra ou venda no mercado (chamada de cancelamento ou baixa de contrato). Se a moeda tiver oscilado contra a sua posição nesse intervalo, a instituição financeira poderá cobrar os custos da variação cambial e multas operacionais. Por isso, só dê o comando de fechamento quando tiver certeza absoluta da transação.

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Foto de Janaina Assis
Janaina Assis
Janaina Assis é sócia-fundadora e CEO da B2Gether, empresa especializada em operações de câmbio e pagamentos em massa. Com mais de 15 de anos no mercado de câmbio, ela desenvolveu uma sólida carreira na área, passando pelas maiores instituições de câmbio do Brasil e atuando com soluções cambiais para empresas e pessoas.

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