Como pagar uma importação dos Estados Unidos para o Brasil? Passo a passo para PJ

Imagem de um gestor financeiro realizando tarefas administrativas. A imagem ilustra o processo de como pagar uma importação dos Estados Unidos.

Os Estados Unidos são o segundo maior parceiro comercial do Brasil no mundo. Por isso, entender como pagar uma importação do país norte-americano é muito importante para você reforçar sua estratégia cambial, pagar menos taxas bancárias no câmbio e obter vantagem competitiva em relação aos seus concorrentes. Veja o passo a passo completo neste artigo!

Se você chegou até aqui é porque precisa saber como pagar uma importação dos Estados Unidos, certo?

Neste artigo, quero te mostrar um passo a passo prático sobre como fazer essa operação com mais economia, fugindo de taxas elevadas que sufocam a sua margem de lucro.

Sempre gosto de abordar com meus clientes aqui na B2Gether que o fechamento de câmbio na importação não é uma mera tarefa burocrática. Mas sim uma atividade financeira estratégica, que impacta diretamente o caixa da sua empresa e a sua competitividade no mercado.

Por isso, criei este guia não apenas para ajudar sua empresa a pagar as importações dos Estados Unidos com mais eficiência e segurança jurídica. Mas principalmente para fazer esses pagamentos com o máximo de rentabilidade.

Sumário

Pagamento de importação feito “no automático” gera prejuízo

Antes de entrar no guia, eu gostaria de destacar uma máxima empresarial que eu acredito muito: departamentos financeiros que encaram o câmbio apenas como um processo operacional automático colocam sua empresa em desvantagem na corrida comercial.

Quem fecha as transações internacionais sem estratégia deixa milhares de dólares em taxas bancárias, um prejuízo financeiro que poucos diretores financeiros conseguem perceber no dia a dia.

Quando, porém, você conhece o mercado de câmbio e sabe como estruturar o pagamento de uma invoice com estratégia, você coloca a sua empresa à frente da concorrência.

Você passa a não deixar mais 2, 3 e até 5 mil reais por operação, dependendo do volume, em spreads cambiais elevados, que inflacionam as cotações.

Pelo contrário, você passa a gerar uma economia mensal, semestral e anual expressiva para a sua empresa. Economia essa que pode deixar os seus produtos mais baratos para o consumidor final, mais competitivo e com uma margem de lucro maior.

Vejo muitos gestores de comércio exterior que se esforçam absurdamente para negociar preços com exportadores nos EUA e reduzir custos de frete internacional, mas negligenciam a engenharia financeira por trás do fechamento de câmbio.

Ou seja: fecham a operação sempre com o grande banco onde a empresa tem conta corrente, sem questionar, sem saber se a operação é ou não rentável e sem buscar alternativas mais vantajosas.

Nos próximos tópicos, apresento um passo a passo prático sobre como pagar uma importação dos Estados Unidos, mas sempre tendo em vista esse olhar estratégico que geralmente falta a muitas equipes e gestores responsáveis pelos fechamentos de câmbio.

Veja também aqui o guia de como pagar uma importação da China com menos taxas!

O que a legislação brasileira exige para pagar um fornecedor nos Estados Unidos?

O mercado de câmbio brasileiro opera sob normas infralegais e práticas rigorosas de compliance e prevenção à lavagem de dinheiro. O Banco Central do Brasil (BACEN) exige que toda saída de divisas do território nacional tenha fundamentação econômica real, lícita e comprovável. Isso significa que sua empresa não pode simplesmente transferir valores para uma conta nos EUA sem o enquadramento regulatório adequado.

No caso das empresas importadoras, a base da operação é a habilitação no Radar Siscomex, gerenciado pela Receita Federal. Sem o Radar ativo, o CNPJ não pode atuar formalmente como importador e não obterá autorização para fechar contratos de câmbio comerciais. Além disso, a legislação exige a correspondência exata entre o valor da mercadoria declarada na alfândega e o montante financeiro remetido ao exterior.

  • Atenção às regras americanas: Além do BACEN, pagamentos direcionados aos Estados Unidos passam pelo escrutínio do sistema financeiro americano. O Office of Foreign Assets Control (OFAC) e o USA PATRIOT Act exigem checagens rigorosas quanto à origem dos fundos e à idoneidade dos envolvidos na transação.
  • Curiosidade: segundo dados do portal Comex Stat, as importações brasileiras nos EUA movimentaram um volume de US$ 45 bilhões em 2025. Só entre janeiro e junho de 2026, conforme pesquisa da B2Gether, as compras do Brasil no país norte-americano somam o resultado parcial de US$ 19 bilhões.

Como pagar uma importação dos Estados Unidos? Passo a passo do fluxo cambial

Para que os recursos saiam da conta da sua empresa no Brasil e sejam creditados na conta bancária da empresa ou distribuidor nos EUA, a operação segue quatro etapas principais: 1) o recebimento da invoice, 2) a contratação do câmbio, 3) a cotação e travamento de taxa, e 4) a liquidação da transação na China.

Imagem no formato de infográfico que ilustra o fluxo para pagar uma importação.

Passo 1 – Envio da Commercial Invoice

A operação inicia quando o parceiro americano emite a Commercial Invoice (Fatura Comercial) ou a Proforma Invoice (para pagamentos antecipados). O departamento financeiro da sua empresa precisa revisar este documento, garantindo que ele contenha:

  • A razão social e o endereço da sua empresa rigorosamente idênticos ao cadastro do Radar Siscomex;
  • Os dados bancários completos do exportador americano, como o nome do banco, o código SWIFT/BIC e o número do IBAN ou conta, por exemplo);
  • Descrição detalhada dos produtos;
  • Total da transação em Dólar (USD); e o
  • Incoterm negociado (termo internacional de comércio).

Se o documento estiver correto, basta encaminhar a invoice para o seu parceiro de câmbio, que pode ser um banco, uma corretora ou um correspondente cambial autorizado como a B2Gether.

Passo 2 – Contato com a empresa de câmbio

Se a sua empresa já possui cadastro junto a uma mesa de câmbio especializada, basta enviar a invoice. Caso seja a primeira operação, você precisa escolher um parceiro cambial e fazer o cadastro inicial do CNPJ.

Observação importante: esse cadastro não é uma conta bancária, é só um cadastro mesmo e não envolve nenhum custo.

Com a documentação em mãos, o time de compliance da instituição de câmbio faz a verificação de risco e o enquadramento do código de classificação cambial da operação junto ao BACEN. Nesse estágio também é validado se o fornecedor americano não possui apontamentos em listas de restrição internacionais e se a capacidade financeira do CNPJ atende ao volume importado.

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Passo 3 – Cotação e travamento da taxa de câmbio

Essa é a fase mais estratégica da operação, quando você solicita a cotação e a mesa de câmbio consulta o valor da moeda no mercado interbancário em tempo real (nas importações feitas nos EUA, é utilizado o dólar americano).

O preço que seu parceiro te passa é o Valor Efetivo Total (VET) da transação, ou seja, a taxa do dólar considerando todos os custos, como o preço nominal do momento, o spread cambial aplicado e outras tarifas, caso se apliquem.

Se a cotação estiver dentro das suas expectativas, você aprova o fechamento e a instituição de câmbio trava a taxa para pagar a sua invoice.

Observação importante: eu digo que essa é a fase estratégica da operação, pois é ela que define o sucesso financeiro da transação considerando duas variáveis: 1) a cotação do mercado no momento e 2) o spread aplicado. Para os importadores, o cenário mais favorável é quando a média do preço do dólar está em baixa. Em relação ao percentual de spread, quanto menor ele for, melhor para o seu caixa, pois menos dólares você vai pagar na compra dos produtos chineses.

Dica: se você já fecha o câmbio com um banco atualmente, recomendo você fazer uma cotação comparativa com a B2Gether para verificar se sua taxa está competitiva ou muito acima da média.

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Passo 4 – Emissão do contrato de câmbio e liquidação financeira

Após a taxa ser travada, o contrato de câmbio é emitido eletronicamente. A sua empresa faz o pagamento em Reais via TED ou PIX para a conta de liquidação da instituição bancária parceira.

A instituição então converte os Reais e realiza o disparo dos dólares para os Estados Unidos via rede SWIFT ou outra esteira de liquidação internacional autorizada. O crédito cai na conta do fornecedor americano em um prazo médio de até 48 horas úteis, dependendo do fluxo escolhido (D+0, D+1, D+2 ou outro).

Observação importante: aqui na B2Gether, nós não recebemos pagamentos da sua importadora. O valor é enviado pela sua empresa diretamente para o banco ou corretora no qual somos registrados como correspondentes cambiais. Nosso papel consiste em intermediar toda a operação de forma estratégica, com o mínimo de burocracia possível e as menores cotações do mercado.

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Quais são as modalidades de pagamento de importação dos EUA?

A definição do fluxo do pagamento internacional é um ponto indispensável e deve ser negociado diretamente com a empresa nos Estados Unidos. Existem três categorias principais para operações financeiras de comércio exterior: 1) pagamento antecipado, 2) pagamento à vista e 3) pagamento a prazo.

1 – Pagamento Antecipado

Como o próprio nome sugere, o importador brasileiro envia a totalidade (100%) ou uma parte dos recursos (exemplo: 30% no pedido e 70% na emissão do documento de embarque) antes de as mercadorias saírem do território americano.

  • Vantagens: Pode garantir prioridade de despacho e descontos comerciais na compra.
  • Pontos de Atenção: O risco operacional fica com o importador brasileiro. Caso ocorram problemas de fabricação ou desacordo comercial, o processo de recuperação do capital exige trâmites jurídicos internacionais.

2 – Pagamento à Vista

A liquidação ocorre quando os produtos estão prontos e o transportador internacional emite o documento de transporte — como o Bill of Lading (BL) marítimo ou Airway Bill (AWB) aéreo. Com a cópia do documento comprovando o embarque nos EUA, o financeiro do importador consegue realizar o fechamento de câmbio.

  • Vantagens: Minimiza riscos, pois confirma que a carga já está em trânsito para o Brasil.
  • Pontos de Atenção: Exige agilidade no fechamento de câmbio para evitar atrasos na liberação da documentação original e consequentes custos com demurrage nos portos ou aeroportos brasileiros.

3 – Pagamento a Prazo

Nessa modalidade, o exportador americano concede um prazo de crédito (ex: 30, 60, 90 ou 180 dias) contados a partir da data de emissão do BL/AWB ou da chegada dos itens no Brasil.

  • Vantagens: Preserva o capital de giro da empresa brasileira, que pode nacionalizar e comercializar os produtos antes de efetuar a remessa ao exterior.
  • Pontos de Atenção: Exige um histórico robusto de relacionamento ou a emissão de garantias bancárias (como cartas de crédito), além de sujeitar a empresa ao risco de oscilação cambial durante o período de espera (fator que pode ser mitigado com travas de hedge cambial).

Tabela de custos financeiros para pagar uma importação dos EUA

Para compor o custo real do pagamento de uma importação dos EUA e do desembarque de uma carga aqui no Brasil, você deve separar claramente o que são custos tributários aduaneiros dos custos inerentes à operação de câmbio. Veja o comparativo das incidências na tabela abaixo:

Elemento de Custo

Tipo de Incidência

Alíquota / Tarifa Padrão

Impacto no Caixa da Empresa

IOF (Imposto sobre Câmbio)

Tributo Federal

0% (Alíquota Zero)

Operações de câmbio comercial para importação são isentas de IOF.

Spread Cambial

Margem da Instituição

Variável (1,5% a 4,0% em grandes bancos)

O custo oculto que mais encarece a compra do Dólar na operação.

Tarifa SWIFT/Envio

Taxa de Comunicação Global

US$ 20,00 a US$ 50,00

Tarifa cobrada pelo envio da mensagem bancária internacional.

Tributos Aduaneiros (II, IPI, PIS, COFINS)

Tributos de Nacionalização

Variável conforme a NCM

Pagos à Receita Federal na emissão da DI/DUIMP, e não no contrato de câmbio.

Com relação aos spreads cambiais, aqui na B2Gether nós garantimos as menores taxas do mercado para que suas importações sejam mais rentáveis. Como movimentamos um volume de R$ 20 bilhões em operações de câmbio, conseguimos spreads de atacado para operações de varejo, com cotações bem menores do que as dos grandes bancos múltiplos.

Quais são os documentos obrigatórios para fazer o câmbio de importação dos EUA?

A conformidade documental é outro requisito essencial para aprovação das operações de câmbio junto ao compliance de toda instituição financeira. Dependendo da modalidade de pagamento escolhida, o seu canal de câmbio exigirá uma lista documental padronizada. Veja a seguir alguns exemplos!

Para Pagamento Antecipado:

  • Proforma Invoice: documento que formaliza a intenção de compra, contendo as condições comerciais, prazos e dados bancários americanos completos.

Para Pagamento à Vista ou a Prazo:

  • Commercial Invoice: fatura comercial definitiva emitida pelo fornecedor dos EUA;
  • Bill of Lading (BL) ou Airway Bill (AWB): conhecimento de transporte que atesta o embarque da carga nos EUA;
  • Declaração de Importação (DI) ou DUIMP: comprovante emitido via Siscomex que valida o desembaraço aduaneiro no Brasil.

Para evitar erros operacionais e inerentes à documentação, que podem travar os pagamentos das suas importações, é muito importante contar com o suporte de um parceiro especializado em câmbio.

Aqui na B2Gether, como atuamos como correspondentes cambiais, prestamos essa consultoria técnica e documental sem nenhum custo e fechamos sua transação junto ao banco com as menores taxas do mercado. Com isso, reforçamos a segurança da sua operação, evitamos erros e ainda reduzimos os custos.

Como pagar suas importações dos EUA com menos taxas e mais economia?

O ponto-chave para maximizar o lucro na importação de produtos dos Estados Unidos consiste em fechar o câmbio com spreads baixos e, se possível, nos momentos em que a cotação do dólar estiver em baixa em relação à média das últimas semanas.

Sei que nem sempre é possível executar essa segunda opção, pois nos casos de fechamento à vista e diante dos prazos apertados, é necessário fazer a operação hoje, independentemente do cenário. Mas a primeira opção é plenamente viável e depende do parceiro de câmbio que você escolhe para fechar suas operações.

As importadoras que fazem o câmbio com a B2Gther, por exemplo, conseguem as menores cotações do mercado, mesmo que suas operações tenham volumes pequenos e médios. Isso porque praticamos taxas de atacado para transações de varejo, com percentuais mínimos de spreads, bem menores que as taxas praticadas pelos grandes bancos múltiplos — o que reduz expressivamente os custos da importação.

Vou resumir algumas boas práticas a seguir para você economizar:

  • Centralize o fluxo de pagamentos com um parceiro que pratique taxas baixas: correspondentes cambiais especializados que operam volumes financeiros globais robustos podem ser os parceiros ideais, pois conseguem negociar taxas menores junto aos bancos liquidadores e, dessa forma, repassar taxas de atacado para operações de varejo, reduzindo os spreads e o custo final da operação;
  • Negocie a redução de tarifas fixas de contrato: sempre que possível e houver abertura para isso, negocie a redução ou até a isenção de tarifas bancárias fixas de liquidação de contratos de câmbio. Em operações recorrentes, essa economia por remessa se torna expressiva no longo prazo;
  • Conte com uma assessoria de compliance: ter um analista especializado que ajuda você a verificar e revisar os documentos evita a ocorrência de erros, estornos indesejados e novas cobranças de custos de remessa.

Veja aqui como reduzir o spread cambial na importação!

Case: Importadora economizou mais de R$ 2,6 mil no câmbio com a B2Gether

Compartilhei esse case no meu perfil no LinkedIn. No início deste ano, o diretor financeiro de uma importadora brasileira procurou nossa empresa para entender como funcionavam as nossas operações e nossas taxas. Na verdade, ele também queria comparar as condições que nós praticamos com as do banco que ele fechava.

Atendendo ao pedido, nós passamos a ele um comparativo entre a última operação realizada no banco e como ela ficaria com a B2Gether. O caso em questão era o pagamento de uma invoice no valor de 100 mil USD. A taxa de câmbio spot naquele dia estava em R$ 5,3035.

Utilizamos exatamente o mesmo VET e as demais condições da operação original que ele havia passado:

  • a mesma taxa do dia (spot),
  • o mesmo valor de operação e, principalmente,
  • os spreads aplicados em cada cenário.

E o resultado foi o seguinte: uma economia de R$ 2.651,75 em uma única operação.

Além dessa projeção unitária, passamos a ele uma estimativa de longo prazo.

Por exemplo, em um cenário com mais 11 operações mensais semelhantes, essa economia poderia passar de R$ 30 mil em um ano.

Pode até ser que esse valor não represente muito para a realidade de grandes empresas, mas pense comigo: imagine economizar mais de R$ 30 mil, somente pagando menos taxas bancárias na importação?

O quanto desse dinheiro poderia ser investido em outra área? Em uma nova tecnologia, uma nova contratação ou na premiação da sua equipe…

Quando o câmbio passa a ser visto com prioridade e estratégia, e não apenas como uma atividade operacional e obrigatória, os pagamentos das invoices de importação ficam menores e sua empresa ganha em economia e em competitividade.

Faça seus pagamentos de importação dos EUA com a B2Gether!

A B2Gether é o parceiro de câmbio estratégico e ideal para a sua empresa pagar importações dos Estados Unidos, pois une a segurança dos grandes bancos, com a agilidade das fintechs e o atendimento das consultorias financeiras, oferecendo taxas de atacado para operações de varejo.

Com um volume operacional de mais de R$ 20 bilhões, a B2Gether consegue negociar spreads mínimos para todos os clientes junto aos bancos, independentemente do tamanho da operação. Atendemos importadoras de todos os portes: pequenas, médias e grandes, sempre em conformidade com as normas do Banco Central e uma intermediação e assessoria cambial completa, durante todas as etapas do câmbio de importação.

Para conhecer nosso serviço de câmbio para importação e fazer uma cotação sem compromisso, preencha o formulário abaixo e receba o contato de um dos nossos especialistas! Será um prazer ajudar sua importadora a desbravar o comércio exterior.

Quem é a B2Gether?

B2Gether é uma empresa de câmbio especializada em operações de importação, exportação e pagamentos internacionais. Registrada no Banco Central como correspondente cambial dos principais bancos e corretoras do país, a B2Gether movimenta um volume de mais de R$ 20 bilhões em transações cambiais e é conhecida por descomplicar o câmbio com processos simples e ágeis, bem como por conseguir as menores cotações comerciais do mercado.

Localizada em Mogi das Cruzes, região metropolitana de São Paulo, a B2Gether atende pequenas, médias e grandes empresas do Brasil inteiro e de outros países, sempre integrando tecnologia, atendimento humano e expertise regulatória para oferecer soluções cambiais sob medida, reduzir taxas bancárias e permitir que você tenha mais tempo para se dedicar à sua empresa.

A B2Gether é vinculada à Associação Brasileira de Câmbio (Abracam) e à Brazilian California Chamber of Commerce (BCCC), foi selecionada pela Apex Brasil para integrar a plataforma Brasil Exportação como prestadora de serviços de câmbio e já foi um dos destaques do Ranking EXAME como uma das empresas que mais crescem no país.

Na imagem, estão Diego Zia e Janaina Assis, sócios-fundadores da B2Gether, empresa de câmbio especializada em operações financeiras de importação, exportação e remessas internacionais. A B2Gether é uma empresa que busca ensinar como fazer uma operação de câmbio na prática.

Perguntas Frequentes sobre pagamentos de importação aos EUA

Quanto tempo leva para um pagamento chegar à conta de uma empresa nos EUA?

Geralmente, o valor é creditado em 24 a 48 horas úteis (padrão D+1 ou D+2) após a liquidação do contrato de câmbio no Brasil. Em operações com liquidação D+0, o valor pode ser processado no mesmo dia, desde que o câmbio seja travado antes do horário limite.

Qual é a alíquota de IOF para o pagamento de uma importação dos EUA?

Nas operações de comércio exterior voltadas para a importação formal de bens por pessoas jurídicas (destinados à revenda ou industrialização), a alíquota do IOF câmbio (Imposto sobre Operações Financeiras) é atualmente de 0%. Ou seja, a remessa cambial para o pagamento da mercadoria é isenta deste tributo federal.

Posso pagar uma importação americana através do cartão de crédito corporativo?

Embora seja tecnicamente possível para valores pequenos, o uso de cartão de crédito em importações formais é desaconselhável, em virtude do alto custo decorrente de uma possível incidência de IOF e spreads elevados.

Quanto uma empresa pode economizar de spread ao migrar o câmbio do banco para a B2Gether?

A economia é imediata devido à aplicação de taxas de atacado. Em um caso real documentado, uma importadora que precisava liquidar uma invoice de US$ 100 mil obteve uma economia exata de R$ 2.651,75 em uma única operação ao fechar com a B2Gether em vez do banco tradicional. No acumulado de um ano (mantendo uma média de 12 operações similares), essa engenharia financeira gera mais de R$ 30 mil de lucro direto para o caixa.

É preciso pagar alguma taxa ou mensalidade para manter o cadastro ativo na B2Gether?

Não. O cadastro na B2Gether é 100% gratuito, não funciona como uma conta bancária convencional e não envolve nenhuma taxa de manutenção, compromisso de reciprocidade ou custo oculto. O cliente só paga pelo valor convertido da sua operação no momento exato em que decidir fechar o câmbio.

É possível cancelar uma operação de câmbio após o fechamento?

Após a taxa ser travada e o contrato ser assinado, a operação não pode simplesmente ser “cancelada” sem custos. Desfazer a transação exige uma operação inversa de compra ou venda no mercado (chamada de cancelamento ou baixa de contrato). Se a moeda tiver oscilado contra a sua posição nesse intervalo, a instituição financeira poderá cobrar os custos da variação cambial e multas operacionais. Por isso, só dê o comando de fechamento quando tiver certeza absoluta da transação.

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Foto de Janaina Assis
Janaina Assis
Janaina Assis é sócia-fundadora e CEO da B2Gether, empresa especializada em operações de câmbio e pagamentos em massa. Com mais de 15 de anos no mercado de câmbio, ela desenvolveu uma sólida carreira na área, passando pelas maiores instituições de câmbio do Brasil e atuando com soluções cambiais para empresas e pessoas.

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