As operações de câmbio são processos financeiros de troca e conversão da moeda de um país pela moeda de outro país. Existem diversos tipos de transações cambiais, como pagamento de importação, recebimento por exportação, envio de remessas internacionais, compra de moeda estrangeira para viagens ao exterior, entre outras finalidades. Entenda tudo neste artigo!
As operações de câmbio consistem em um tipo de transação financeira muito específico, realizado por pessoas físicas e jurídicas localizadas em países diferentes. Eu sempre gosto de dizer aqui na B2Gether que uma operação de câmbio nada mais é do que o processo de converter a moeda de um país pela moeda de outro país.
Quando, por exemplo, uma empresa brasileira importa um lote de produtos de outro país, ela precisa fazer uma operação cambial para pagar o fornecedor estrangeiro conforme a moeda escolhida pelo destinatário na negociação.
O mesmo procedimento ocorre quando uma empresa brasileira exporta mercadorias para o exterior. Para receber o pagamento do comprador estrangeiro na moeda nacional, é necessário realizar o câmbio.
Eu poderia citar aqui muitos outros exemplos, como viagens internacionais, envio de dinheiro para familiares no exterior ou recebimentos de monetização do YouTube.
Todos eles demandam uma operação de câmbio, isto é, converter a moeda de um país pela moeda de outro país. Mas esse processo financeiro engloba algumas particularidades e cuidados importantes.
Se você tem interesse em saber mais sobre como funcionam as operações de câmbio e como fazer uma transferência internacional com economia e segurança, continue a leitura, pois vou explicar tudo neste artigo.
Atenção: você precisa fazer uma operação de câmbio, está com muitas dúvidas sobre como funciona esse processo e gostaria de falar com um especialista humano? Clique no botão abaixo, preencha o formulário e receba o contato de um analista da B2Gether!
Sumário
O que é operação de câmbio?
Operação de câmbio é um processo financeiro internacional que permite converter a moeda de um país pela moeda de outro país, seja para fins comerciais, pessoais, profissionais, turísticos ou acadêmicos.
Trata-se de um tipo específico de transação financeira que envolve compra e venda de moeda estrangeira, cuja negociação só pode ser feita por agentes autorizados e supervisionados pelo Banco Central (BC), como bancos, corretoras e correspondentes cambiais, a exemplo da B2Gether, que é uma empresa de câmbio referência no Brasil.
Como funciona uma operação de câmbio?
A operação de câmbio funciona como um trâmite financeiro voltado para a conversão de moedas entre países diferentes. Trata-se de um procedimento indispensável para a liquidação de transferências internacionais como importação, exportação, investimentos no exterior, aportes de capital, envio de remessa, recebimento de recursos estrangeiros, entre outras.
Na prática, o funcionamento de uma operação de câmbio envolve elementos comuns a qualquer transação financeira, como dados bancários do remetente e do destinatário, o valor da transferência e a modalidade do pagamento. A grande diferença é que, na liquidação de operações de câmbio, existem exigências e burocracias específicas para atender políticas de compliance, prevenção à lavagem de dinheiro e normas do Banco Central.
Como fazer uma operação de câmbio?
Para fazer uma operação de câmbio, é necessário, primeiro, procurar uma instituição financeira autorizada ou uma empresa especializada em câmbio, como a B2Gether. Depois, é preciso fazer um cadastro, enviar os documentos requeridos conforme o tipo de transação internacional escolhida, validar a cotação e, por fim, fechar a operação (enviar os reais para converter em moeda estrangeira ou receber a moeda estrangeira convertida em reais).
O fechamento de câmbio é, geralmente, um processo rápido, mas requer um pouco de burocracia, em virtude das exigências do Banco Central, e um certo cuidado para evitar problemas fiscais no recolhimento de tributos incidentes, dependendo da natureza cambial indicada.
Quanto custa para fazer operações de câmbio?
O custo de uma operação de câmbio varia de acordo com a moeda estrangeira a ser convertida, a cotação do momento, o percentual de spread cambial cobrado pela instituição financeira, o tipo de transação internacional e a incidência de tributos como o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras).
Portanto, para saber o quanto você vai pagar em reais em uma operação de câmbio, é necessário procurar um banco, uma corretora ou uma correspondente cambial como a B2Gether para solicitar uma cotação personalizada, com base no Valor Efetivo Total (VET), que engloba todos os custos incidentes.
Essa cotação informa, por exemplo, quanto você vai pagar em reais por cada dólar, euro, libra ou outra moeda nas operações de saída, como envio de remessa para o exterior, pagamento de invoice para fins de importação ou compra de moeda para viajar.
Já no caso das operações de entrada, quando você ou sua empresa recebe recursos do exterior, essa cotação informa quanto você vai receber em reais por cada moeda estrangeira.
Aliás, se você quiser saber se sua operação tem incidência de IOF no câmbio, a alíquota cobrada e o cálculo, pode acessar a Calculadora de IOF Câmbio da B2Gether e fazer tudo isso automaticamente.
Quais são os documentos necessários para fazer uma transação cambial?
A relação de documentos para liquidar uma operação de câmbio muda conforme o tipo de transação, as partes envolvidas e a finalidade da transferência.
Para empresas (PJ), geralmente é necessário enviar:
o contrato social;
o documento de identidade dos sócios-proprietários;
a DRE (Demonstração do Resultado do Exercício);
o balanço financeiro; e
o comprovante de endereço da empresa.
Para pessoas (PF), normalmente é preciso encaminhar:
o RG;
o CPF e;
o Imposto de Renda (IR) para operações acima de R$ 50 mil.
Mas essa lista pode ser aletarada dependendo da finalidade da operação. Por exemplo, no pagamento de uma importação, é necessário apresentar também a invoice, o contrato entre as partes, a DUIMP (Declaração Única de Importação) ou a DI (Declaração de Importação).
Ou seja, cada operação demanda uma relação específica de documentos comprobatórios, exigido para fins de compliance e para atender às normas do Banco Central.
Para saber exatamente quais são os documentos necessários para fazer a sua operação de câmbio, entre em contato com um especialista da B2Gether.
Quanto tempo demora para fazer o câmbio?
O tempo necessário para liquidar uma operação de câmbio varia de acordo com o tipo de transação, o país de destino ou origem, o valor envolvido na negociação e os procedimentos exigidos por cada instituição financeira. Em geral, na modalidade de câmbio pronto, o pagamento pode ser feito nos seguintes prazos: D+0 (que ocorre no mesmo dia), D+1 (que acontece em até um dia útil) e D+2 (que é finalizado em até dois dias úteis).
Já no modelo de câmbio futuro, a liquidação ocorre em um prazo superior a dois dias úteis, normalmente para que as partes se protejam da variação cambial e garantam uma maior previsibilidade da transação.
Por que a cotação da internet é diferente da cotação do banco?
A diferença entre a cotação informada pelo Google, plataformas e sites de notícias e a cotação passada pelas instituições financeiras ocorre porque os valores da internet consideram apenas a taxa nominal do câmbio comercial, sem a inclusão de custos como spreads cambiais e impostos.
Essa diferença também é muito visível quando alguém pesquisa a cotação comercial de referência na internet, mas precisa fazer uma operação de câmbio turismo. As cotações de câmbio turismo são sempre mais caras que as do câmbio comercial.
No geral, essa é uma dúvida que sempre recebemos aqui na empresa e ela é pertinente, porque interfere no custo final da sua transação. É por isso que cada banco, corretora, fintech e correspondente cambial passa uma cotação diferente, porque cada instituição cobra um percentual específico de spread para converter reais em moeda estrangeira ou vice-versa.
Na B2Gether, temos o compromisso de sempre buscar a menor cotação para os nossos clientes, a mais próxima possível do valor de referência informado pelo Google, plataformas e sites de notícias. Nós também temos um conversor de moedas online que informa esse tipo de cotação comercial para o dólar hoje e euro hoje.
Mas para consultar o valor real da sua operação, incluindo os tributos, se houver incidência, você pode falar com a nossa mesa de câmbio pelo WhatsApp e receber uma cotação personalizada.
Qual é a diferença entre dólar comercial e dólar turismo?
A principal diferença entre o dólar comercial e o dólar turismo é a cotação de referência utilizada em cada tipo de operação. O dólar comercial é usado, por exemplo, para transferências internacionais realizadas por empresas, enquanto o dólar turismo serve como base para transações feitas por pessoas físicas em viagens internacionais.
No fechamento de câmbio para uma importação é utilizada a cotação do dólar comercial. Já na compra de dólar em espécie ou em cartão pré-pago é usada a cotação do câmbio turismo.
Essa separação também existe nas cotações de outras moedas, como o euro e a libra esterlina, para distinguir as taxas de câmbio comercial e turismo, uma vez que esses tipos de operação demandam custos operacionais distintos.
Por que o câmbio turismo é mais caro que o comercial?
A cotação de câmbio turismo será sempre mais cara que a do câmbio comercial porque ela envolve custos logísticos e operacionais maiores.
O que é taxa de câmbio, afinal?
A taxa de câmbio é o preço de uma moeda estrangeira medido em unidades ou frações do real (moeda brasileira). Ou seja, ela representa o valor de uma moeda estrangeira em relação ao real na operação de câmbio.
Acho importante ressaltar que a taxa de câmbio informada nas cotações do Google, plataformas e sites de notícias não representa o preço final que você ou sua empresa vai pagar em uma transferência internacional.
Isso porque essa taxa de câmbio nominal é definida pelo mercado financeiro e utilizada para fins de consulta e referência, sem considerar custos como impostos e spreads.
Quais são as operações de câmbio mais comuns no Brasil?
Segundo o Banco Central, as operações de câmbio mais comuns no Brasil são as transações voltadas para turismo (compra de moeda estrangeira), remessas internacionais (envios para o exterior ou recebimentos), assim como as importações e exportações (pagamentos internacionais de comércio exterior).
No mercado cambial, contudo, existem muitos outros tipos de operações. A seguir, listamos os mais utilizados por pessoas físicas e jurídicas.
Câmbio para turismo
O câmbio turismo é uma das modalidades mais utilizadas do mercado. Isso porque qualquer pessoa que viaja para outro país precisa adquirir moeda estrangeira para pagar as despesas.
Esse tipo de operação pode ser feito de diferentes formas: por meio de compra de dinheiro em espécie ou de cartão pré-pago internacional para utilizar na viagem.
Remessas internacionais
A remessa internacional também é um dos formatos cambiais mais utilizados no mercado, tanto por pessoas quanto por empresas com compromissos no exterior.
Esse modelo de transação consiste em transferir recursos para uma conta no exterior por meio de um canal bancário internacional, tendo como base a cotação do câmbio comercial. Ele também serve para receber transferências de fora do país em uma conta aqui no Brasil.
Câmbio para importação
O câmbio para importação é um dos principais tipos de operações no mercado B2B. Só em 2025, para você ter uma ideia, o Brasil movimentou mais de US$ 280 bilhões em importações de produtos, conforme dados do Governo Federal.
Na importação, o câmbio é uma das etapas obrigatórias para concretizar a operação.
Câmbio para exportação
O câmbio para exportação também é um dos líderes de operações internacionais no universo empresarial brasileiro. Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), o Brasil registrou mais de US$ 348 bilhões em exportações em 2025.
Assim como nas importações, o câmbio é uma fase indispensável para uma empresa vender produtos a um cliente no exterior.
Mass Payments para prestadores de eFX
Essa solução de Mass Payments é destinada para facilitadoras, remessadoras, agregadores, instituições de pagamento (IPs) e demais prestadores de eFX. Trata-se de um método de pagamentos em massa realizado simultaneamente de vários remetentes para um único destinatário (Outbound), ou de um único remetente para vários destinatários (Inbound).
Sabe as assinaturas de streaming como Netflix e Spotify? Os pagamentos delas são recolhidos em massa no Brasil por uma facilitadora, reunidos em um lote e encaminhados de uma só vez para a sede no exterior, com o devido processo de câmbio via Mass Payments.
Pagamentos internacionais com Stablecoins
As stablecoins são criptomoedas atreladas a ativos seguros como o dólar americano, por exemplo. Dessa forma, elas mantêm um valor estável, garantindo muitas vantagens para as empresas que precisam fazer transferências internacionais, como velocidade na liquidação e redução expressiva de custos com a ausência de tarifas bancárias e menor incidência de tributos.
Apesar de nova, essa solução financeira tem sido cada vez mais utilizada pelas empresas que precisam pagar serviços no exterior, sobretudo após a regulamentação dos ativos virtuais promovida pelo Banco Central.
Hedge cambial
O hedge cambial é um mecanismo de proteção utilizado contra as oscilações do mercado. Essa solução pode ser aplicada de diferentes maneiras. A mais comum é a negociação do câmbio mercado futuro.
Algumas ferramentas dessa estratégia são:
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Trava de câmbio: muito utilizada por empresas importadoras e exportadoras para travar a cotação da moeda para uma movimentação futura;
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Fundos cambiais: permitem aplicar 80% do dinheiro que fica conectado às moedas estrangeiras e acompanha as cotações do mercado em tempo real;
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NDF (Contrato a Termo de Moeda): é um contrato sem entrega física que fixa o valor da taxa de câmbio de uma operação financeira futura.
Câmbio pronto
O câmbio pronto é uma outra modalidade muito usada no mercado e consiste na operação de compra ou venda de moeda estrangeira à vista, sem risco de crédito, que possibilita a contratação de câmbio para que a liquidação do valor seja feita em até dois dias úteis.
Essa modalidade permite que pagamentos ou recebimentos do exterior sejam feitos sob taxas de conversão mais competitivas.
Câmbio futuro
Já o câmbio futuro é uma modalidade de operação de câmbio que tem como objetivo proteger as transações cambiais, fixando a taxa no momento da contratação.
Dessa forma, o câmbio futuro blinda o valor das operações diante das variações do mercado cambial, fixando uma taxa específica e garantindo mais previsibilidade.
Monetização em plataformas digitais como YouTube (AdSense) e Twitch
A operação de câmbio para receber pagamento de monetização de plataformas como YouTube, via Google AdSense, ou Twitch também é bastante requisitada no mercado.
Como essas plataformas pagam os criadores de conteúdo em dólar, por meio desse modelo de remessa internacional é possível receber de maneira rápida, sem muita burocracia, o pagamento em uma conta corrente ou poupança aqui no Brasil, com o devido processo de câmbio realizado por um banco, corretora, plataforma ou correspondente cambial como a B2Gether.
ACC (Adiantamentos sobre Contratos de Câmbio)
O ACC é uma operação bastante específica e tem como objetivo antecipar, de forma parcial ou total, os valores de uma importação que será feita no futuro.
Trata-se de uma espécie de financiamento, em que o banco adianta o valor da venda para a empresa exportadora antes que ela envie os produtos ao destinatário.
ACE (Adiantamento sobre Cambiais Entregues)
Muito semelhante ao ACC, o ACE também é um tipo de operação que financia exportações. A diferença é que, nessa modalidade, o adiantamento ocorre somente na etapa de negociação ou depois do embarque das mercadorias.
Leia também:
- Fechamento de câmbio na importação: o que é e como fazer com economia?
- Câmbio na exportação: o que é, como funciona e como fazer com rentabilidade?
- Câmbio para PJ (Pessoa Jurídica): o que é e como funciona?
- Valor Efetivo Total: O que é VET e como calculá-lo?
- ACAM220 nas operações eFX: o que é e como preencher corretamente?
Quais são as principais naturezas das operações de câmbio?
As principais naturezas cambiais englobam as transações de viagem internacional, comércio exterior, transportes, seguros, transferências unilaterais e pagamentos de serviços.
Na prática, quando uma pessoa ou empresa vai realizar uma operação de câmbio, é preciso indicar qual é a natureza da transação. Ao fazer isso, o cliente informa o motivo pelo qual está enviando recursos para o exterior ou recebendo.
Essa informação, inclusive, deve constar no contrato de câmbio (ou qualquer outro documento que formalize a operação). Isso porque as naturezas de câmbio são estabelecidas pelo Banco Central com o objetivo de manter o controle e o registro padronizados das transações internacionais realizadas por pessoas e empresas.
Novas naturezas de câmbio
Com o Novo Marco Cambial, que entrou em vigor no fim de dezembro de 2022, a quantidade de naturezas diminuiu consideravelmente no Brasil, representando uma vitória do processo de dedesburocratização do mercado cambial.
Reunimos a lista completa e atualizada com as naturezas de todas as transações no nosso Guia Fundamental para Classificação das Operações de Câmbio.
Esse e-book é o documento mais completo e detalhado do mercado e faz parte da nossa Consultoria Cambial.
Nele, constam todos os grupos e subgrupos relativos às finalidades de cada operação de câmbio. Baixe o material e confira!
Veja, a seguir, as principais naturezas de operações de câmbio:
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Viagem internacional;
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Comércio exterior (importação e exportação);
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Transportes (aéreo, marítimo, rodoviário, entre outros);
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Seguros (de vida, transporte, diretos, entre outros);
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Transferências unilaterais (manutenção de residentes e estudantes no exterior, doações, entre outros);
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Serviços técnicos e operacionais (diversos serviços em várias áreas);
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Mercado financeiro e de capitais brasileiros ou estrangeiros (ações, fundos de investimentos, entre outros);
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Operações para liquidação pronta e futura no país e no exterior (arbitragens);
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Formas de entrega de moeda estrangeira (cartão de crédito à vista e a prazo, cartão pré-pago, em espécie etc.);
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Entre outras.
Feche o câmbio com a B2Gether!
Todos os modelos de operações de câmbio apresentados neste artigo fazem parte do hub de soluções da B2Gether. Então, caso você precise fazer ou receber alguma transferência internacional, pode contar com o suporte da nossa mesa de câmbio, que é formada por especialistas experientes e atenciosos.
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Temos um volume de R$ 20 bilhões em operações de câmbio, somos registrados no Banco Central como empresa correspondente das maiores instituições financeiras do Brasil e conseguimos as melhores cotações do mercado para você e a sua empresa.
Também somos vinculados à Associação Brasileira de Câmbio (Abracam), à Brazilian California Chamber of Commerce (BCCC) e à Plataforma Brasil Exportação, da ApexBrasil.
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Perguntas Frequentes (FAQ) sobre operações de câmbio
As operações de câmbio são processos financeiros internacionais que permitem converter a moeda de um país pela moeda de outro país, seja para fins comerciais, pessoais, profissionais, turísticos ou acadêmicos.
Basta procurar uma instituição financeira autorizada ou uma empresa especializada em câmbio, como a B2Gether, fazer um cadastro simples, encaminhar os documentos solicitados, validar a cotação e finalizar a operação.
Os custos envolvidos em uma operação de câmbio variam de acordo com o tipo de transação, a moeda estrangeira a ser convertida, a cotação do momento, o percentual de spread cobrado e a incidência de impostos. Mas, em geral, se paga em uma transação internacional a taxa de câmbio, o spread e o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras).
O câmbio comercial é uma cotação de referência para operações internacionais realizadas por empresas, como, por exemplo, importações e exportações, enquanto o câmbio turismo é uma cotação de base para transações para fins turísticos, como, por exemplo, compra de moeda estrangeira para viajar ao exterior.
A relação de documentos necessários para fazer uma operação de câmbio muda conforme o tipo de transação, as partes envolvidas e a finalidade da transferência. Para as empresas, geralmente é solicitado o contrato social, o documento de identidade dos sócios, o DRE, o balanço financeiro e comprovante de endereço. Já para as pessoas físicas normalmente é pedido o RG, o CPF e o IR em operações acima de R$ 50 mil. Mas para saber exatamente a lista de documentos necessários para fazer a sua operação, é preciso entrar em contato com um banco, corretora ou correspondente cambial como a B2Gether.





