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5 dicas de câmbio para pequenas empresas importadoras e exportadoras

Notas de dólares que ilustram o conjunto de dicas de câmbio para pequenas preparada pelo time de especialistas da B2Gether.

Em celebração ao Dia Internacional das Micro, Pequenas e Médias Empresas (27 de junho), o time de especialistas da B2Gether preparou 5 dicas de câmbio para pequenas empresas importadoras e exportadoras rentabilizarem melhor suas operações financeiras internacionais. Veja a seguir!

O número de pequenas empresas brasileiras atuando no comércio exterior está crescendo cada vez mais. Segundo um levantamento realizado pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), os pequenos negócios representam 41,1% dos exportadores nacionais e 47% dos importadores. 

Coletados em 2022, os dados são significativos e revelam a importância desses players para a economia do país e para a formação da taxa cambial. Para se ter uma ideia, as micro e pequenas empresas movimentaram, respectivamente, US$ 3,1 bilhões em exportações e US$ 3,4 bilhões em importações, via remessas internacionais.

Em alusão ao Dia Internacional das Micro, Pequenas e Médias Empresas, celebrado no dia 27 de junho, os especialistas da B2Gether prepararam cinco dicas para pequenos negócios gastarem menos no câmbio e rentabilizar melhor as operações internacionais.

Confira!

5 dicas de câmbio para pequenas empresas

1 – Saia do “modo automático” e planeje sua operação de câmbio

Atuar no comércio exterior é uma atividade interessante financeiramente para qualquer empresa nacional. Mas também pode se tornar uma dor de cabeça e gerar prejuízos se não houver atenção ao fluxo financeiro, sobretudo ao processo de câmbio (conversão da moeda estrangeira para a moeda brasileira, ou vice-versa).

Quando uma empresa finaliza uma operação financeira internacional sem planejamento, ou seja, de forma automática, ela pode gastar muito além do necessário (nas operações de saída) ou ganhar muito aquém do que poderia (nas operações de entrada).

A gente te explica isso com exemplos.

Exemplo 1: Exportação (operação de entrada)

Imagine uma empresa que exporta cogumelos e que tem uma remessa prevista para vender no próximo mês a um parceiro dos Estados Unidos. 

Caso o recebimento da venda ocorra quando o dólar estiver em baixa frente ao real (considerando a taxa média da moeda norte-americana nas últimas semanas), a empresa brasileira vai deixar de ganhar um bom volume de dinheiro em virtude da cotação.

Exemplo 2: Importação (operação de saída)

Tem também o caso inverso. Imagine que uma empresa brasileira programe uma compra de utensílios orientais para cozinha junto a um fornecedor chinês.

Se o pagamento for liquidado quando o dólar estiver em alta em relação à nossa moeda (considerando a taxa média das últimas semanas), a empresa terá um custo muito maior.

Por isso, é crucial fechar o câmbio com estratégia e planejamento (e não fechar só porque tem que fechar).

E essa estratégia inclui negociar com todos os envolvidos na transação o valor ideal da taxa do câmbio, os prazos para aguardar a melhor taxa e fazer a trava cambial no momento certo (além de adotar outras soluções que protegem as empresas das variações cambiais).

Assim, a economia e a rentabilidade das suas transferências internacionais ficarão no superávit.

2 – Faça aprovação prévia na instituição financeira

Para aproveitar os melhores momentos de fechamento da operação de câmbio, é necessário preparar o terreno. 

Na prática, isso significa enviar toda a documentação necessária para uma operação internacional e validar tudo antes.

Dessa forma, quando a taxa do câmbio atingir um patamar vantajoso, sua empresa conseguirá travar o valor e finalizar a operação de uma forma mais rápida e rentável (tanto para quem importa quanto para quem exporta).

Se deixar para fazer esse processo de análise depois, sua empresa corre o risco de ter a aprovação negada em função da falta de algum documento e, por consequência, perder uma boa oportunidade.

3 – Busque spreads cambiais mais competitivos e justos

O spread cambial é aquela famosa tarifa bancária que cobre o custo da operação de câmbio e garante uma margem de lucro. Não tem jeito, toda instituição financeira dispõe de capital humano e tecnológico para viabilizar qualquer transação internacional e isso requer um custo.

Ou seja, não há como fugir das tarifas bancárias.

Mas há formas de buscar spreads mais baixos e justos. O conceito de justo é estabelecido pelo próprio mercado. Há instituições que cobram um valor maior. Outras trabalham com valores menores. Portanto, é sempre importante analisar se os percentuais estão muito acima da média e evitá-los.

Isso porque spreads muito altos oneram a sua operação e prejudicam o caixa da sua empresa. Dica: consulte e compare o Valor Efetivo Total (VET) das últimas operações com as taxas praticadas pela B2Gether. É só entrar em contato com um dos nossos analistas.

Por outro lado, também é importante ficar atento a promessas mirabolantes de tarifa zero, isenção de impostos nas operações de câmbio etc. Nada é de graça, porém é essencial que seja justo.

4 – Trabalhe com instituições confiáveis

O mercado de câmbio contém uma grande lista de instituições que oferecem serviços de transações internacionais. A maior parte delas é confiável, mas existem aquelas que não são validadas e é preciso ter cuidado para saber separar o joio do trigo.

Para evitar dor de cabeça com operações realizadas de forma errada, com procedimentos de compliance pouco rigorosos e que podem acarretar problemas de todos os níveis, é fundamental pesquisar bastante e verificar a qualidade e as referências da instituição.

Essa atitude vale também para evitar golpes. É aquela boa prática: o spread cambial não pode ser o único indicador que você deve analisar para escolher uma instituição parceira. É preciso ratificar a qualidade e expertise da instituição. Ainda mais quando tratamos de operações internacionais, que costumam ser mais complexas e robustas.

5 – Conte com o auxílio de uma assessoria cambial

A solução mais indicada para evitar problemas, para conseguir spreads baixos (e justos) e melhorar a qualidade e rentabilidade das operações de câmbio da sua empresa é contar com uma assessoria cambial especializada e parceira.

Assim, você consegue reunir todas as soluções cambiais necessárias em uma só:

  • Planejar, estruturar e fechar o câmbio nos melhores momentos;
  • Fazer aprovações prévias de documentação junto às instituições financeiras;
  • Conseguir spreads cambiais menores; e
  • Fechar seu câmbio com qualidade e segurança.

Aqui na B2Gether, por exemplo, a assessoria cambial não tem custo para os nossos clientes. Somos responsáveis pelas operações de diversas empresas com sede no Brasil e em outros países e garantimos sempre as melhores taxas e condições, com um atendimento especializado e customizado, conforme as particularidades e necessidades de cada empresa.

Só em 2022, intermediamos mais de R$ 4 bilhões em operações de câmbio aos nossos clientes, oferecendo soluções exclusivas e que viabilizam economia e segurança às transações internacionais.

Intermediamos as operações de ponta a ponta, fazemos a negociação com os tomadores de decisão dos bancos e livramos sua empresa da parte burocrática que envolve o processo cambial.

Espero que você tenha gostado das nossas dicas de câmbio para pequenas empresas. 

Ah, e se seu negócio trabalha com importações ou exportações e não tem ainda uma consultoria cambial parceria, preencha o formulário abaixo. A gente entra em contato com você e marca uma reunião virtual sem compromisso, só para apresentar nosso trabalho. Até mais!

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Somos uma empresa especializada em operações de câmbio, com foco em mass payments, importação e exportação, remessas internacionais, compra de moeda estrangeira para turismo e monetização para criadores de conteúdo online.

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